Dicas para verem os meus videos
Aqui estão umas dicas para verem este meu vídeo em HD 1080p e ecrã panorâmico 16:9.
Para um melhor visionamento e apreciação das imagens e sua banda sonora, aconselho a verem em HD 1080p e ecrã grande, (que pode ser feito no quadro do vídeo em baixo do lado direito. Exemplo: abra o vídeo e click na roseta, aí, com o rato, escolha 1080p, depois, click no último quadrado que são 4 cantos para abrir o ecrã T-grande, quando acabar de ver o video e para sair deste modo, click em “ESC” no teclado do computador). Feito isto, resta apreciarem o meu trabalho, com fotos da minha autoria e que na sua maioria não estão expostas aqui no site.
Também podem partilhar com os vossos amigos.
Espero que gostem, o que desde já vos agradeço, muito obrigado.
António Ramos
Para um melhor visionamento e apreciação das imagens e sua banda sonora, aconselho a verem em HD 1080p e ecrã grande, (que pode ser feito no quadro do vídeo em baixo do lado direito. Exemplo: abra o vídeo e click na roseta, aí, com o rato, escolha 1080p, depois, click no último quadrado que são 4 cantos para abrir o ecrã T-grande, quando acabar de ver o video e para sair deste modo, click em “ESC” no teclado do computador). Feito isto, resta apreciarem o meu trabalho, com fotos da minha autoria e que na sua maioria não estão expostas aqui no site.
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António Ramos
quarta-feira, 6 de maio de 2015
terça-feira, 21 de abril de 2015
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
terça-feira, 7 de maio de 2013
Freguesia de São Nicolau - Porto
SÃO NICOLAU
São Nicolau é uma freguesia do Porto, com 0,21 Km2
de área e 1.906 habitantes em (2011). Densidade:
9.076,2 hab/km2.
A freguesia principia junto à Ponte Luís I e, seguindo
as novas Escadas do Codeçal, construídas junto da entrada do túnel da Ribeira, continua pelas antigas Escadas do
Codeçal até ao cunhal norte-nascente do edifício do recolhimento do Ferro e
daqui, para poente, até ao limite da respetiva cerca, infletindo depois para
norte atá à Rua de Senhora das Verdades.
Segue por esta rua para poente, subindo as Escadas das Verdades até à Rua D.
Hugo, por onde continua, contornando pelo sul e poente o edifício do Paço
Episcopal, até ao Dr. Pedro Vitorino. Daqui segue pelas Escadas do Colégio,
Largo do Colégio, Rua de Santana, Rua da Banharia para sudoeste, Travessa da
Banharia, atravessa a Rua Mouzinho da Silveira, segue pelo Largo de S. Domingos
até ao cruzamento com o eixo da Rua das Flores, onde fica o vértice comum às
três freguesias: Vitória, Sé e S. Nicolau. Continua pelas Escadas da Vitória e
depois por estas, para poente, até à Rua da Vitória, por esta rua para poente
até à Rua das Taipas, onde fica o vértice comum às três freguesias: Miragaia,
Vitória e S. Nicolau. Desce a Rua das Taipas até à Rua de Belmonte. Segue para
poente até ao Largo de S. João Novo. Continua pelas Escadas do Caminho Novo,
atravessando a Rua Nova da Alfândega entre os prédios 79 e 80, atravessa o
Parque da Alfândega e termina no Rio Douro.
domingo, 28 de abril de 2013
Cidade de S. Mamede de Infesta
S. Mamede de Infesta
S. Mamede de Infesta é a denominação que
esta freguesia tem no ano de 1706, pois anteriormente só se chamava S. Mamede,
como vem nas inquirições de 1258 e no censo de 1527. No entanto, em documentos
do século XII vem denominada S. Mamede de Tresores (o termo vem de três orres,
ou vales, que efectivamente ladeiam a freguesia). O determinativo Infesta
(termo arcaico que significa subida, encosta, costa ou costeira, tem a sua
razão de ser, pois S. Mamede está numa elevação que domina o rio Leça), aparece
na “Corografia Portuguesa” do Padre Carvalho da Costa e tem variado muito, pois
também se acha S. Mamede da Ermida e S. Mamede da Hermida da Infesta, nas
Constituições do Bispado do Porto de 1735 e noutros documentos do século XVIII
e S. Mamede de Moalde no “Catálogo e História dos Bispos do Porto” de Rodrigo
da Cunha, em 1623 e na “Nova História da Ordem de Malta” de José Anastácio
Figueiredo.
O nome de origem é Sanctus Mamethus. Moalde
é, possivelmente, o mais antigo lugar da freguesia de S. Mamede de Infesta. A
primeira vez que é nomeada foi no ano de 994 e em 1008, sob a forma de villa
Manualdí, isto é, quinta ou herdade de alguém chamado Manualdo. Existe uma
certa dúvida quanto a este nome, Pois alguns autores acham que Moalde vem do
nome de um guerreiro alemão de nome Modwald, mas tal não será pertinente.
Seixo é igualmente um lugar muito
antigo desta freguesia, pois já vem mencionado nas Inquirições de D. Afonso III
em 1258, e mencionava-se já o seu nome. Este lugar foi desmembrado da freguesia
de Ramalde em 1895, sendo anexado a S. Mamede.
sábado, 27 de abril de 2013
Matosinhos
Matosinhos é uma cidade pertencente à Grande Área Metropolitana do Porto, Distrito do Porto.
É sede de um município com 62.30 Km2 de área e 174.931 habitantes
(2011), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo
município de Vila do Conde, a nordeste pela Maia, a sul pelo Porto e a oeste
pela costa do Oceano Atlântico.
No litoral da cidade situa-se o Porto de Leixões, o maior porto
artificial de Portugal e principal porto marítimo da Área Metropolitana do
Porto. Parte do aeroporto internacional do Porto abrange os limites municipais.
História
Durante toda a sua história, Matosinhos esteve ligada ao Mosteiro de
Bouças, que será bastante antigo, sendo a sua construção anterior a 944. No ano
de 900 já existia uma pequena povoação com o nome de Matesinus que em 1258 se
chamaria Matusiny, um lugar da freguesia de Sendim. D. Manuel I concedeu-lhe foral em 30 de Setembro de
1514 e passou a pertencer ao concelho de Bouças em 1833, tendo como sede a Vila
de Bouças, até 1836 designada Senhora da Hora. Até ao liberalismo constituía o
Julgado de Bouças.
Em 1853 foi criada a Vila de Matosinhos, constituída pela freguesia do
mesmo nome e pela freguesia de Leça da Palmeira, que passou a sede do concelho
em substituição de Bouças. Em 1867 é finalmente criado o concelho de
Matosinhos, mas acaba por desaparecer vinte dias depois voltando a ter sede em
Bouças. Dado que Matosinhos já figurava como um lugar importante, em 6 de Maio
de 1909 é criado definitivamente o concelho de Matosinhos, tal como existe nos
nossos dias.
Foi elevada a cidade a 28 de Junho de 1984.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
PORTO, cidade viva...
Grande
é a cidade do Porto e o destino que queremos percorrer e descobrir nas
múltiplas faces de uma cidade e de um destino.
"Quem desce de Gaia, com os olhos ainda
presos à bonomia sólida e ás vezes idílica dos subúrbios (...) suspende-se de
repente ao encontrar a face da cidade. Está ela como inclinada numa
cordilheira, com o ar cativo, as faixas das ruas parecendo pendentes do casario
desigual.
(...)
Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os
muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto
pendurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma
forma, uma alma de muralha.
(...)
Uma ravina profunda marca o entalhe do rio, cujas águas verdes da primavera
refletem o crescente da sombra dos rabelos de velas enfunadas. (...)"
Agustina Bessa-Luís
terça-feira, 23 de abril de 2013
Porto «A persistênciua da memória»
PORTO, «A persistência
da memória»
Todavia, apegada a um vinho vital de
sobrevivência, a cidade guardou o culto e a admiração pelos testemunhos da
particularidade do seu génio, das realizações artísticas do seu passado, da
autonomia do seu espírito inventivo. Edifícios de desenho singular, embelezado
por incontáveis pormenores e requintes, artes decorativas adaptadas ao projeto
construtivo para deleite da burguesia portuense, monumentos consagrados a
acontecimentos ou personalidades que
forjaram o progresso do país, criações estéticas plasmadas em talha dourada de
harmonia inexcedível, cerâmica e azulejo, escultura e pintura representativas
de modos próprios de expressão, afirmam a perenidade de uma tradição cultural.
Mais do que grande museu onde se concentra uma
herança estruturada, o Porto oferece a descoberta de repositório magnífico de
valores paisagísticos, urbanos, arquitetónicos e artísticos onde persistem as
referencias de uma cidade com memória.
Porto, espírito dos lugares.
Porto...O espírito dos lugares
Os lugares da cidade do Porto pertencem a um espaço moldado pelos homens e afirmam o carácter da paisagem urbana. Marcados pela história, testemunham ideais e conceções das épocas em que foram projetados. Espaço de viver (e de morrer), os lugares da cidade conservam atmosferas patinadas no granito pelo tempo, refletem estranhos mistérios que parecem esconder-se nos meandros do burgo, evocam episódios ou acontecimentos – políticos, económicos, sociais e culturais – que forjaram a realidade portuense e retratam a personalidade dos seus habitantes.
Reflexos da inteligência dos homens, os lugares da cidade são convites ao entendimento de um universo ainda habitável e poético.
Ver o Porto à noite é ver uma cidade de contrastes: burguesa e cosmopolita, conservadora e inovadora, individualista, familiar e comunicativa, ribeirinha e atlântica, minhota-duriense e europeia, a cidade dos reencontros: tempo e memória, continuidade e mudança, intimidade e fascínio. Uma cidade para descobrir no sentido mais autêntico da canção: Se fores ao Porto, / eu também vou, / buscar uma rosa, / que lá ficou.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Mercado do Bolhão
Mercado do Bolhão
A
história deste mercado começa em 1838, quando a Câmara Municipal do Porto
construiu a Praça do Bolhão nos terrenos adquiridos ao Cabido, onde existia um
extenso lameiro, atravessado por um regato, que ali formava um «Bolhão» de
água.
Para
lá foram concentrados os «mercadores avulsos» até então dispersos pela cidade.
Em
1850 a praça de mercado foi melhorada com rampas de acesso adaptadas às
operações de carga e descarga de géneros e, no ano seguinte, foram construídos
barracos de madeira, para proteção dos vendedores, que dois anos após foram
cobertos de telha, por causa da invernia.
Em
1914 o Arquiteto Municipal Correia da
Silva executou o projeto do edifício que envolveu a praça do mercado
pré-existente, conseguindo a pretendida monumentalidade urbana, sem prejuízo
das características do mercado anterior.
A
cobertura das galerias só surge dez anos mais tarde, em 1924, e na década de
40, é feito o seu reforço com a construção da ponte transversal que divide o
edifício, fazendo a ligação entre as entradas de nascente e poente, (que
poderão ver na próxima e última foto).
O
mercado devido à excelente localização, às suas características populares, à
variedade, qualidade e preços dos produtos vendidos, floresce e cria um lugar
muito especial no coração dos portuenses.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
As Rosas.
As Rosas
As
Rosas Vermelhas
As rosas
vermelhas são símbolo de amor, um simples amigo as pode enviar lisonjeando a
beleza e o respeito que os une. Trata-se de uma das cores mais excitantes e
apaixonadas da rosa. Os jovens apaixonados costumam escolher a rosa vermelha
para oferecer à sua amada, mas também podem oferecer a uma amiga(o) como prova
de respeito.
As rosas Brancas
São o símbolo da
pureza e da inocência. Esta cor costuma ser escolhida pelas noivas para os seus
buquês porque significa que o casamento durará toda a vida. As rosas brancas
também estão unidas ao amor. Uma rapariga a quem se ofereça este tipo de rosas
quer-se demonstrar que esperam um futuro sólido com ela. Significa amor puro,
feliz e para sempre. Alias, se uma pessoa está doente, esta é a cor das rosas
que devem oferecer, para demonstrar que esperam por ela.
As rosas cor-de-rosa
Oferecer uma flor
cor-de-rosa é a forma de agradecer um favor importante. Também significa o apreço que se tem por
alguém. Esta rosa também tem o significado de ausência de maldade, ou seja, não
há nenhuma dupla intenção nas pessoas que as oferecem. Por isso, a pessoa que
oferece estas flores é de fiar. Se a cor
do ramo de flores é de um tom rosa suave, então significa admiração e simpatia.
As rosas amarelas
São as rosas
ideais para oferecer a uma adolescente. Para os mais supersticiosos, esta cor
trás consigo uma malícia. Se a pessoa que oferece estas rosas não é muito
próxima, então ela pode ter segundas intenções. No entanto, para as pessoas
célticas, as rosas amarelas significam satisfação e alegria, e são uma boa
forma de festejar entre amigos um aniversário significativo.
Outras cores
-As rosas
laranja: Significam entusiasmo e desejo.
-As rosas
vermelhas bordeaux: Significa beleza inconsciente.
- As rosas azuis:
Significam confiança, reserva, harmonia e afeto.
-As rosas verdes:
Significam esperança, descanso da juventude e equilíbrio.
-As rosas
violeta: Significam calma, auto-controlo, dignidade e aristocracia.
-As rosas pretas:
Significam separação, tristeza e morte.
-As rosas
cinzentas: Significam desconsolo, aborrecimento e velhice.
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